Nem príncipe, nem querubim!


Príncipe é a denominação dada ao chefe de estado de um principado ou a um membro de uma família reinante. Querubim é uma criatura sobrenatural, espiritual. Em uma das interpretações, os querubins seriam anjos ou animais em segundo lugar na hierarquia celeste, logo abaixo dos Serafins.

Não sou príncipe, muito menos anjo, mas minha vida nunca mais foi a mesma depois que fui chamado assim. A autora deste codinome é uma mulher de quarenta e tantos anos, linda, apaixonada por Shakespeare, esquizofrênica, que nem sei se ainda vive. Há alguns anos, fiz um trabalho voluntário num hospital psiquiátrico onde tive belíssimos e emocionantes encontros com a realidade das mentes que sofrem. São por estas pessoas que oro, estudo e escrevo. Também o faço pelos profissionais que cuidam e pelas famílias que não permitem que a doença seja um precipício entre uma alma e outra.

Antes do compromisso com a ciência, comprometo-me comigo mesmo. Então, o que exponho aqui são as minhas opiniões, sentimentos e predileções. Quanto aos convidados, os recebo como se esta fosse a minha casa, desta forma, os critérios são os mesmos: convido somente quem gosto de verdade! 

Me chamo Douglas Duarte, tenho 23 anos, sou Psicólogo em formação, Corporate Manager da Reddo Engenharia Humana e sócio na unidade Santa Catarina. Consumidor voraz de arte, música, fotografia e design. Estudo constantemente as interfaces da Psicologia na Comunicação e na Gestão de Pessoas. Virginiano observador, cristão e totalmente fã da existência humana.


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